O Mal do Mundo

Olá a todos! Há quanto tempo eu não passo por estas bandas. Sempre que tento que organizar, um pouquinho só que seja: pimba! Aparece algo inadiável para ser feito. Pois bem, vou aproveitar este pequeno momento que ainda estou acordado.

E por que ainda estou acordado? Pois tenho uma desses insetinhos chamados consciencia que nos atacam, seja qual for a hora, seja qual for o lugar e nos incomodam até que façamos aquilo que acreditamos que seja o certo, o correto.

A quem quero enganar? Fazemos o certo! Quem não quer fazer o certo definitivamente não tem chance de ter esse insetinho incomodando. Afinal, somente aqueles que precisam transpor dificuldades e vencer obstáculos sabem do que estou falando. Eleições armadas, reuniões esvaziadas ou valentões intimidadores não tem esse tipo de preocupação latente pelo simples fato de já saberem não há nada que possa impedi-los.

Procure um exemplo nesse na sua vida. Com certeza vai achar alguma relação com a realidade daquilo que escrevo. Provavelmente você já vivenciou uma situação dessas, ou de um lado, ou de outro. Seja armando situações, impedindo que as coisas aconteçam em sua forma natural, seja lutando contra quem arma. Independente disso, creio que seja de comum acordo que estas situações acontecem.

Claro que estas situações não são proibidas, mas definitivamente são repudiadas. Não é proibido machucar alguém em um jogo de futebol ou realizar um assalto. O que se diz nas regras é que diante de um ato desses existe uma penalidade atrelada. Seja um cartão amarelo ou uma sentença de reclusão. O problema é que diferente desses atos, mais faceis de serem identificados, aqueles são dependentes dos observadores e observados. Afinal, qualquer um pode aconselhar outro a fazer algo. O problema é a motivação, que não dá pra definir em cinco segundos qual é. Se a motivação do conselho for com segundas inteções, ja começou errado.

Porém, o pior são os que pregam qual é o mal do mundo, apontando e acusando, direta ou indiretamente. Pode estar no contexto, mas está lá a acusação, ou no mínimo a dúvida quanto do caráter. Estes sim, são os piores pois figem uma coisa quando na verdade são outra. Se eximem de qualquer impureza e trazem consigo um caráter duvidosamente impecável. E nesse caráter, aparentemente, sem manchas, dizem identificar os outros que não são bons. Dos designados como lado negro da força, pelo menos de uma coisa eu sei: eles são consistentes e leais quanto aquilo que tanto falam. Pode não ser a minha opinião, mas pelo menos não mudam a deles para ser mais adorado ou apreciado.

No entanto, os que tanto pregam são indecifráveis. Não dá pra saber se o propósito é puro e se sempre serão consistentes com aquilo que falam. Às vezes, o objetivo é puxar o tapete. E sabe por quê? Pois tem medo, sabendo que não tem mais a aprovação que tinham antes. Infelizmente, esses “doutores sabe-tudo”, felizmente repudiados nas organizações que crescem, ao longo da vida, ganham mais votos que confiança. E no final, não importa quem diga se fez ou não. Confiança só pode ser destruida uma vez.

Para finalizar, o que me basta é saber que o que eu faço e falo é aberto a todos. Melhor que aqueles que precisam fazer às escuras, como um viciado que se esconde ao realizar o seu vício. Será que é tão melhor viver assim?

Adamastor, traz um cubano e um escocês que este aqui está para apreciar.

Beijos&Abraços, Nando.

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Uma resposta para “O Mal do Mundo

  1. O negócio é não desistir de fazer o certo!
    Te amo muiiiiito!

    Beijos

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