Autoretrato: Uma análise da loucura…

Quem dera fosse fácil assim...

Nome? Pode me chamar de Nando. Fernando mesmo só para o mundo profissional ou quem não tenho muita intimidade. Se bem que intimidade é relativo nesse mundo. Idade, 25 anos. Talvez um pouco mais velho de espírito, sei lá. Sempre me acho muito imaturo pra fazer planos de adulto, e ao mesmo tempo me acho muito velho pra me cair arrasando na night. Hum, insegurança, talvez.

Estado civil, vivo e solteiro. Vivo graças a Deus e solteiro por falta de opção temporária. Sabe como é, né! Não preciso explicar. Aqueles que tem coração partido sabem do que estou falando.

Formação? Superior completo em Engenharia. O que eu estou fazendo escrevendo? Sei lá, herança genética de meus avôs que escreveram livros. Melhor! Uma forma única de expressar meus risos, minhas inquietações ou minhas lágrimas. Não, melhor, a forma que eu encontrei de ver que sei certas verdades, mas só não quero acreditar. Não acho que tenho algum dom, mas gosto de escrever. De poesias e poemas a crônicas e músicas.

Meus hobbies: Escotismo, corrida e tocar guitarra. Se bem que tocar guitarra ficou um pouco no passado, coisa que eu nunca imaginei um dia acontecer – parar de tocar guitarra. Sempre imaginei que iria continuar tocando e que nunca iria virar aquele adulto que tocou guitarra na juventude e fica aos quarenta tentando arranhar alguma coisa. Mas o tempo, e a falta dele, nos atinge de uma forma que não conseguimos evitar certas coisas. Pois é, parece que certas coisas são inevitáveis.

Paixão e amores? Droga! Essa pergunta nunca fica bem respondida. Sofri, sofro e sofrerei por essa mania de me apaixonar. Olho, gosto, adoro e quando menos vejo já to amando e achando que posso me acalmar. Não sei se fui amado, se alguém se apaixonou por mim ou até mesmo se alguém gosta de mim. Estas coisas do coração eu nunca entendi muito bem mesmo. Só gosto de escrever sobre isso, mas entender mesmo. Não, isso eu não entendo e no momento to fugindo da explicação. Mas um dia ou eu me apaixono de novo ou eu fico pra titio. Só não quero ficar pra tiozão. Isso não!

Sexo? Adamastor, esse é um Botequim de respeito. Não posso ficar falando como que eu gosto assim, na frente de todo mundo. To achando que esse curso relâmpago de psicologia barata de boteco não tá levando a lugar algum. Isso é pra ajudar a esquecer a morena? Adamastor!

Beijos&Abraços, Nando.

Anúncios

2 Respostas para “Autoretrato: Uma análise da loucura…

  1. Felipe Augusto

    Cara~, definitivamente eu não sou homosexual (nada contra, ok!) mas eu te amo!
    abs fortes e vamos tocar guitarra um dia!

    obs: “um dia” dá post!

  2. Nandooooo! Ameiiiiiiii! ❤

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s