Considerações de 3 décadas de aniversário…

aniversário 30 anosE chegou, de forma tranquila, despretensiosa e simples aqueles fatídico dia. Poucas vezes tem tanto significado: 15 anos, 18 anos, 24 anos (para a zueira dos homens), 30 anos e a cada 10 anos, sendo a partir do 70 uma façanha para os familiares.

Ainda estou no início do percurso, mas essa breve análise já me faz perceber que o intervalo só cresce. Imagino que a partir do centenário seja o inverso, o intervalo diminua, salvo em caso de grandes avanços da medicina e qualidade de vida.

Enfim, não quero analisar apenas o ano que se passou, até porque, percebo que poucas coisas mudam a medida que se fica mais velho. Será que ficamos resistentes a mudanças, inovações e ao novo? Espero que não, quero ser sempre alguém de cabeça aberta ao novo.

Deixando a divagação de lado, minha percepção é que existem algumas verdades sobre mim que merecem mais atenção que meus breves e sintéticos relatos sobre o amor, a profissão ou a formação. Estas verdades, por assim dizer, me definem há algum tempo. Não sei se são paradigmas, qualidades, defeitos ou simplesmente traços de personalidade.

A primeira que noto é que não fui ou sou o tipo de pessoa que recebe medalhas, elogios ou méritos. De mesma forma, não sou o melhor no que faço, nem sou o único capaz, pelo contrário. Vejo o quanto sou substituível de todas as formas. Não me entendam mal, não vejo isso com rancor ou tristeza. Apenas constato e uso em meu favor. Se posso ser substituível, posso dividir minhas tarefas e fardos com outros.

A segunda que noto é que estou sempre disposto a discutir e debater ideias. Não há prazer maior que debater qualquer tema. Não importa se é sobre política, negócios ou sobre a colonização da África. Eu quero debater, refutar e, até talvez, mudar de opinião.

Outro aspecto que vejo cada vez mais em minha pessoa, é minha facilidade de relacionamento. Tenho conseguido me comunicar com facilidade e interagir com as pessoas. Nem pareço mais aquele garotinho de 6, 7 anos que tinha dificuldade de fala. Falar me faz bem, deve ser por isso que gosto do debate.

Por fim, não consigo acreditar que esta é a sétima edição deste post. Estou completando 30 anos desta vez e, ao reler todos os demais posts, tenho apenas um medo: ficar estagnado em minha vida. Por isso, espero colocar em prática os planos e ter o que falar na oitava edição das considerações de aniversário.

Adamastor, traz aquela rodada de chopp e o bolo. Só não coloque as 60 velas que nem da última vez.

Beijos&Abraços, Nando.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s