Arquivo da tag: Filosofia

Regras de bom senso…


bom_sensoFala Adamastor! Faz tanto tempo que passei aqui que nem escrevi sobre a minha viagem a BsAs. Enfim, fica na memória e nos posts do Facebook. Mas vamos voltar ao nosso core bussiness: filosofia de boteco.

Uma coisa vejo cada vez mais ausente em nossa sociedade é o bom senso. Quem tem não compartilha e quem não tem não faz a menor ideia da falta que faz. Estamos vivendo uma era em que pessoas que tem verdadeiramente inglês fluente, pacote Office e bom senso são raridades. Estamos rumando ao caos.

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E É Dia dos Namorados!


“Eu estou muito bem sozinha!” foi a melhor coisa que ouvi hoje a noite. Não é desespero ou lamento de ex-namorada, ex-amante ou ex-amiga. É um depoimento real de uma boa amiga, feliz por ser feliz consigo. E ainda mais no dia dos namorados (Feliz Dia dos Namorados pra você também!), data essa que marca uma grande movimentação de juras de amor, promessas de paixão e filas nos móteis. Ah, como é bonito (e passageiro) esse “amor”… Continuar lendo

Considerações de Aniversário: 3ª Edição


Pois é, Adamastor. Pela 3ª vez consecutiva, estou escrevendo sobre o meu aniversário. Incrível! Se eu pudesse afirmar algo é de que Deus é prega peças na minha vida. Acho que as edições anteriores fizeram bonitas afirmações (vide Reflexões de Aniversário e Considerações de Aniversário), mas novamente a minha vida não pode descrita como uma função do tipo f(x)=ax+b. Tá mais pra f(x)=a*cos(x)+b. Hehehehe…

Enfim, acho que este ano, já falei demais e coloquei meu coração e meus pensamentos em outros momentos (vide Retrospectiva 2011: um ano e muitas mudanças e Considerações do Rock in Rio). Somente percebi agora, que o meu último ano no Botequim se resumiu a estes posts. Isso comprova que sempre precisamos de um porto seguro, seja lá onde ele for. De qualquer forma, este post será bem diferente e atípico. Estive elaborando ele há algum tempo e vou tentar realizá-lo com proeza. Ao final, volto a comentar. Continuar lendo

O Mal do Mundo


Olá a todos! Há quanto tempo eu não passo por estas bandas. Sempre que tento que organizar, um pouquinho só que seja: pimba! Aparece algo inadiável para ser feito. Pois bem, vou aproveitar este pequeno momento que ainda estou acordado.

E por que ainda estou acordado? Pois tenho uma desses insetinhos chamados consciencia que nos atacam, seja qual for a hora, seja qual for o lugar e nos incomodam até que façamos aquilo que acreditamos que seja o certo, o correto. Continuar lendo

A complexidade do ser humano


Maslow: Tentou entender esse bicho de sete cabeças que é o ser humano...

Pois bem, acho que essa coisa de ano novo vida nova pegou mesmo em mim.Estou postando no segundo dia do ano! (Será que eu consigo manter o ritmo ou será apenas uma promessa de ano novo???)

Então, eu estava pensando em como o ser humano é por demais complexo. Acho que é impossível ser imparcial em qualquer tipo de análise, já que obviamente ela será feita por algum membro da classe. Hehehehe! Mas de qualquer forma, é incrível como somos e como sentimos cada situação. Mas nunca fica muito claro a real motivação de cada um. Continuar lendo

Quem sou eu?


Ser ou não ser? Mas ser o quê, eis a questão...

Gosto muito das cronicas do Luis Fernando Veríssimo. Uma que sempre fica em minha mente é história do homem que falecera. No funeral, a família do Rio de Janeiro descobre que o falecido tinha uma família em São Paulo. Metade da semana em cada cidade e ia mantendo as duas famílias. A diferença é que quando estava no Rio, era o típico paulista e, quando estava em Sampa, era o típico carioca. E a pergunta que fica em torno da crônica é, quem era o verdadeiro? O carioca ou o paulista?

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O toque de midas do mundo moderno…


Todos conhecem a lenda grega sobre o Toque de Midas. Para os que não conhecem, basta Googlearem (bom esse novo verbo do dicionário internacional) sobre o assunto que não vai faltar referencia.

De forma bem resumida, foi concedido ao Rei Midas o poder de transformar tudo que tocasse em ouro. Tocou na pedra: ouro. Tocou na folha: ouro! Tocou em ouro: já era ouro mesmo…

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